"Em 2006, posso me lembrar dos quilos a mais que todos nós ganhamos após 4 anos, me lembro do baile do Zidane em cima dos marcadores, mas também me lembrei do que era necessário escrever minutos depois da Itália ser tetracampeão nos pênaltis sobre a França."
Ronaldinho, melhor do mundo nos últimos dois anos. Kaká, com potencial para ser um futuro. Ronaldo, vencedor por três vezes do maior premio individual da FIFA. Adriano, um trator para fazer gols. Robinho no banco para agitar no segundo tempo. Este grupo, comandado por Parreira, tinha tudo para trazer o hexa para o país, mas quem bailou novamente sobre nossa tribo foi Zidane e seus soldados franceses, que só não conseguiram passar pela esquadra italiana, vencedora da Copa do Mundo de 2006.
Dois anos antes, tínhamos vencido a Copa América em cima da Argentina. Um ano antes, tínhamos vencido a Copa das Confederações na mesma Alemanha e novamente em cima dos vizinhos sul-americanos. 2006 coroaria esta geração de Cafu, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Lucio e outros.
Mas, pelo contrário, a soberba reinou. A festividade em demasia triunfou. O churrasco, a cerveja, o peso, o farrismo foram nossos maiores adversários na Alemanha e custou muito mais para os corações dos brasileiros comuns do que para aqueles que ali estavam a nos representar. Uma meia nos tirou nas quartas de final, trazendo o fracasso do quarteto fantástico.
Devemos agora ter uma nova fase na Seleção, revolução esta que deveria ser em todas as instâncias da CBF, até da própria organização do futebol brasileiro, mas que dificilmente ocorrerá. No máximo, alguns jogadores não mais serão convocados, um treinador da nova geração assumirá o poder a mando (ou aos mandos) do Ricardo. É esperar para ver.
Finalmente, a cabeçada de Zidane em cima do italiano em nada manchará tudo que este jogador fez por seu país, mas principalmente por seus admiradores.
Ao Zidane, vai este texto, pois bailou sobre os brasileiros como se fosse um de nós.
Ronaldinho, melhor do mundo nos últimos dois anos. Kaká, com potencial para ser um futuro. Ronaldo, vencedor por três vezes do maior premio individual da FIFA. Adriano, um trator para fazer gols. Robinho no banco para agitar no segundo tempo. Este grupo, comandado por Parreira, tinha tudo para trazer o hexa para o país, mas quem bailou novamente sobre nossa tribo foi Zidane e seus soldados franceses, que só não conseguiram passar pela esquadra italiana, vencedora da Copa do Mundo de 2006.
Dois anos antes, tínhamos vencido a Copa América em cima da Argentina. Um ano antes, tínhamos vencido a Copa das Confederações na mesma Alemanha e novamente em cima dos vizinhos sul-americanos. 2006 coroaria esta geração de Cafu, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Lucio e outros.
Mas, pelo contrário, a soberba reinou. A festividade em demasia triunfou. O churrasco, a cerveja, o peso, o farrismo foram nossos maiores adversários na Alemanha e custou muito mais para os corações dos brasileiros comuns do que para aqueles que ali estavam a nos representar. Uma meia nos tirou nas quartas de final, trazendo o fracasso do quarteto fantástico.
Devemos agora ter uma nova fase na Seleção, revolução esta que deveria ser em todas as instâncias da CBF, até da própria organização do futebol brasileiro, mas que dificilmente ocorrerá. No máximo, alguns jogadores não mais serão convocados, um treinador da nova geração assumirá o poder a mando (ou aos mandos) do Ricardo. É esperar para ver.
Finalmente, a cabeçada de Zidane em cima do italiano em nada manchará tudo que este jogador fez por seu país, mas principalmente por seus admiradores.
Ao Zidane, vai este texto, pois bailou sobre os brasileiros como se fosse um de nós.
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